Desde sempre oiço dizer “ a Língua Portuguesa é muito traiçoeira…” e sendo eu uma apaixonada por essa área, que confunde pequenos e graúdos, não será fácil acreditar que essa frase célebre faça sentido! É muito fácil atirar palavras ao vento e muito difícil apanhá-las depois! Muitas vezes podemos apanhá-las estampadas no rosto de outra pessoa, outras vezes levamos com elas na cara…mas será que pensamos: “mas porque raio disse aquilo?”. Serão as palavras traiçoeiras? ou somos nós que as atraiçoamos?
Sempre gostei de gramática, de brincar com os verbos, de esticar palavras e inventar frases…mas não sei porquê, os prefixos nunca me cativaram…mas coitados…não deve ser nada fácil viver pendurado em palavras bonitas… (in)felicidade, (in)quieto, (des)contente… (des)ilusões. Sendo ou não prefixos, estes exemplos retratam bem a incoerência dessa expressão…as palavras nasceram bonitas, nós é que não respeitamos a sua pureza! Os prefixos são dispensáveis se soubermos atirar as palavras correctas ao vento. Se ajudarmos o próximo faremos pessoas FELIZES (aí a palavra surge imaculada) …se o magoarmos ficarão (IN)FELIZES…(quem será o mais traiçoeiro?)
“É muito fácil atirar palavras ao vento e muito difícil apanhá-las depois!”…por vezes surpreendo-me com as frases que invento! E esta é sem dúvida uma boa frase para introduzir talvez, quem sabe, as ilusões que carregava e as desilusões que agora quero abandonar…
Como se ouve por ai…”falam, falam e não vos vejo a fazer nada…”, E NÃO VEJO MESMO!
Estarei irritada com a vida?NÃO! Tenho prazer em viver bem!
Iludi-me por (des)conhecer o futuro…quis acreditar que conseguia controlar as coisas…mas esqueci-me que (des)conhecia tantas outras coisas importantes!
O trabalho para mim origina o cansaço normal, porque quem gosta de fazer as coisas minimamente bem, tem de se esforçar…isso implica algum desgaste…mas aliar a esse cansaço natural complicações extra, de ordem indeterminável, é que já se torna mais difícil.
Sinto-me neste momento desiludida com as voltas que o destino dá ao carrocel da minha vida…eu vou girando mas acabo sempre por parar no mesmo lugar, conhecer pessoas diferentes fisicamente mas com aspectos que me fazem lembrar, aquele ou aquela que também era assim mais para o problemático e dou comigo a pensar mais neles, nos seus problemas do que em mim! Depois a história tem sempre o mesmo fim…entrego-me…esgoto-me…canso-me..irrito-me…desisto….e afasto-me! Até agora não falhou…e prometi a mim mesma que não iria desenhar mais finais iguais…
Depois dei comigo a pensar que em todas as vezes foram os “outros” que escreveram o rascunho do final da história e eu só tive de passar a limpo e dizer…FIM!
Agora sinto-me um pouco frustrada de ter lutado uma batalha que não era minha…decidi tomar as rédeas e quando olhei para trás…não vi sequer a sombra das almas que arrastava comigo…
Sempre gostei de gramática, de brincar com os verbos, de esticar palavras e inventar frases…mas não sei porquê, os prefixos nunca me cativaram…mas coitados…não deve ser nada fácil viver pendurado em palavras bonitas… (in)felicidade, (in)quieto, (des)contente… (des)ilusões. Sendo ou não prefixos, estes exemplos retratam bem a incoerência dessa expressão…as palavras nasceram bonitas, nós é que não respeitamos a sua pureza! Os prefixos são dispensáveis se soubermos atirar as palavras correctas ao vento. Se ajudarmos o próximo faremos pessoas FELIZES (aí a palavra surge imaculada) …se o magoarmos ficarão (IN)FELIZES…(quem será o mais traiçoeiro?)
“É muito fácil atirar palavras ao vento e muito difícil apanhá-las depois!”…por vezes surpreendo-me com as frases que invento! E esta é sem dúvida uma boa frase para introduzir talvez, quem sabe, as ilusões que carregava e as desilusões que agora quero abandonar…
Como se ouve por ai…”falam, falam e não vos vejo a fazer nada…”, E NÃO VEJO MESMO!
Estarei irritada com a vida?NÃO! Tenho prazer em viver bem!
Iludi-me por (des)conhecer o futuro…quis acreditar que conseguia controlar as coisas…mas esqueci-me que (des)conhecia tantas outras coisas importantes!
O trabalho para mim origina o cansaço normal, porque quem gosta de fazer as coisas minimamente bem, tem de se esforçar…isso implica algum desgaste…mas aliar a esse cansaço natural complicações extra, de ordem indeterminável, é que já se torna mais difícil.
Sinto-me neste momento desiludida com as voltas que o destino dá ao carrocel da minha vida…eu vou girando mas acabo sempre por parar no mesmo lugar, conhecer pessoas diferentes fisicamente mas com aspectos que me fazem lembrar, aquele ou aquela que também era assim mais para o problemático e dou comigo a pensar mais neles, nos seus problemas do que em mim! Depois a história tem sempre o mesmo fim…entrego-me…esgoto-me…canso-me..irrito-me…desisto….e afasto-me! Até agora não falhou…e prometi a mim mesma que não iria desenhar mais finais iguais…
Depois dei comigo a pensar que em todas as vezes foram os “outros” que escreveram o rascunho do final da história e eu só tive de passar a limpo e dizer…FIM!
Agora sinto-me um pouco frustrada de ter lutado uma batalha que não era minha…decidi tomar as rédeas e quando olhei para trás…não vi sequer a sombra das almas que arrastava comigo…








